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Devo ser das poucas pessoas a quem os festejos - e preparativos - da passagem de ano lhe passam completamente ao lado. Nos anos dourados da minha adolescência era como que "arrastada" para a praia, onde o barulho das ondas era abafado pelas vozes excessivamente altas das pessoas e pelo som das garrafas de champanhe a caírem no chão. Toda aquela confusão era algo que me incomodava até todos aqueles sons deixarem de fazer sentido e, às tantas, já nem sabia bem se as doze badaladas já haviam ou não soado. Não acredito em superstições de comer doze passas em cima de uma cadeira ou de vestir uma cueca azul, nem fico a reclamar de tudo o que de mau me aconteceu nesse ano. Como alguém que conheço costuma dizer, "A sorte dá muito trabalho!". Este fim de ano não foi diferente. Mesmo estando em Londres acabei por ficar por casa com a família. "Como foi possível?!", pasmam-se vocês. Detesto confusões, digo-vos eu. E o fogo-de-artifício não é, de todo, algo que me fascine. Das duas uma: ou sou mesmo uma pessoa insuportável e mal-humorada que não se sabe divertir, ou a idade psicológica passou demasiado rápida por mim. 

Ainda assim, e como é da praxe, desejo a todos os meus leitores um feliz 2014 cheio de coisinhas boas!

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1 comentário

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De palavras-estreladas a 04.02.2014 às 14:30

Alguém que me compreenda! Partilho exactamente da mesma opinião. A passagem de Ano parece um ritual de boa disposição obrigatória. Temos tantos dias para sermos felizes mas nesse preciso dia é como se fossemos "obrigados" a ser tremendamente alegres e histéricos!

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